E o leão se apaixonou pelo cordeiro

maio 4, 2010

Olá a todos!!

Há muito tempo não aparecia por aqui.. mas a vida tem me consumido muito, sorry! A pós está no fim e logo logo terei mais tempo para me dedicar ao blog…

Estou me informatizando novamente, as influências gustavianas – lembrando sempre influência em relação à tecnologia!! rs – ao meu lado estão me contagiando hihihi

Sem rodeios: E o leão se apaixonou pelo cordeiro…

Edward Cullen entrou na minha vida.

Queridos e queridas, resisti ao máximo ao que eu chamava de “a moda dos vamps”, mas este, sem dúvida, é único e merecedor de ser falado… rs

É impressionante como um personagem fictício e irreal, consegue ser tão intenso e tão preservado, consegue exprimir o romantismo na forma mais bela e perfeita, do jeito que toda mulher (por mais que negue) sonha ou já sonhou ter para si. Não há como não se emocionar com a história de Bella Swan e Edward Cullen, que mesmo absurda, é “irrevogavelmente apaixonante”.

Meninos, vocês todos, sem exceção, deveriam ver os filmes, ler os livros e se inspirar neste personagem para aprender como lidar com uma mulher.

Ficamos perdidamente apaixonadas por ele, não pela beleza do ator, mas porque o personagem consegue demonstrar e ser exatamente o que esperamos de um homem: profundo, romântico, carinhoso, protetor e depois de tudo isso, faminto!!! hahahah

As falas, as atitudes, a forma como ele se entrega, primeiro como ele a evita mesmo com tanto desejo, pelo medo de colocar sua vida em risco e depois, como ele faz da vida de Bella o sentido para sua vida, e tudo de um jeito tão sincero e tão delicado… Em Crepúsculo não há uma cena inteira de beijo, mas não há como não sentir o amor, a cumplicidade, a proteção, o romantismo e o desejo entre eles, desejo mesmo, daqueles de quebrar qualquer limite.

Aliás, ele é a representação física do desejo, em gênero, número e grau! Acho que é essa a palavra, ele é a personificação de cada um dos sentimentos que esperamos em um homem: romantismo/cumplicidade, proteção, desejo.

Estou no início da leitura, mas prometo melhorar este post e incrementar com outras percepções.

Meninas, help! Gostaria de fazer deste texto um texto de todas nós.

 

Eu vou e volto!

Bjs,

Aline

Falta

agosto 10, 2009

Nos últimos tempos vim digerindo uma série de acontecimentos e sentimentos, e cheguei a uma palavra: falta.

Falta de um tempo em que a mudança brusca era a do tempo… sol, chuva, frio, calor.

Hoje o frio e o calor são mais que temperatura… Eles também doem, mas doem por dentro, no coração, na alma, na mente, enfim…

Foi uma das poucas vezes em que eu tive vontade de sentar e chorar, chorar sem ter para onde olhar, nem o que falar, nem o que fazer. Doeu. Muito. Foi uma visão que não irá embora. Uma falta que vai marcar presença sempre.

Foi uma dor aliviada, agradecida por ter te tirado do sofrimento, mas foi funda. Por mim, por ele, por todos. Neste dia me faltou a palavra, o ar, o controle.

Nosso convívio foi o oposto. Passei a sentir assim quando já era “grande”. Foi aí que passei a conhecer sua história, sua vida. E aquela foto em que estamos parecidas? Falta das suas panquecas. Falta do seu modelito de inverno. Falta de você domingo.

O tempo não ensina como não sofrer, mas ensina a controlar melhor todo turbilhão que explode quando coisas assim acontecem.

Você me mostrou que era especial, justamente porque nunca forçou o convívio tradicional. Me conquistou assim, jogando sal em sapo de noite… rs.

Descanse, te amo.

Às vezes a mente se ocupa demais, o coração se preocupa demais, e os sentimentos transbordam, mas sempre num horário inconveniente è Falta de sono.

Falta de poder pegar no colo, abraçar e dizer: Calma, isso vai passar. É só um susto. Logo mais tudo estará ok… Falta de poder estar do lado, lá, agora. Falta de ter tempo para estar junto nestas horas, falta de pressentimentos suficientes pra ligar antes. Falta de conhecimento pra explicar, falta de poder resolver. Falta.

Grandes acontecimentos nem sempre são belos como a amplitude que possuem. Mas é a parte de um todo, parte de um tempo, parte de uma história.

A vida é isso mesmo, mostra por vários caminhos, calmos ou tortuosos, as mudanças que constroem nossa “bibliografia”. Fases de copo meio cheio… Falta de metade do copo, que logo mais enche novamente.

Pra quem é acostumado a rir pra parede, o bom é que, quando as lágrimas se soltam, o sorriso teima em aparecer só pra marcar território. Falta de bom senso? Pode ser…

Mas acho que a tristeza não tem o direito de aparecer sozinha. Se há de ter tristeza, que venha, mas sempre acompanhada de um sorriso.  Pode faltar tudo, menos esperança. E é isto que o sorriso representa quando sentimos falta.

Bem, não sei se tudo saiu como deveria, mas nem sempre explicar demais é necessário.

Eu vou e volto.

Beijo e Abraço,

Aline

Dica de Beleza!

julho 10, 2009

Neste feriado assisti a um filme que não poderia deixar de comentar, não sei o nome, mas o da personagem principal, uma babá, era Nanny McFee. Se alguém lembrar, por favor, deixe um post aqui.

Este filme fala sobre a relação direta entre nossa beleza exterior e nossa beleza interior. Sabe quando você encontra uma amiga e fica impressionada porque ela realmente está muito bonita? Daí, no desenrolar da conversa, ela fala que está de namorado novo, ou então que vai ser titia e está super feliz, ou que o pai conseguiu uma promoção e as coisas vão melhorar em casa… Pois é, é mais ou menos disso que estou falando…

O filme conta a história de um pai, viúvo e com 6 filhos para criar. Sua vida se resumiu a viver para o trabalho tentando pagar as contas da casa; a suportar uma tia que lhes sustentavam e a conversar com a poltrona que era de sua mulher.

Seus filhos eram umas pestes, sem um pingo de educação, sujos e sem nenhuma noção do que é falar sem gritar… Para piorar, sua empresa havia afundado em dívidas e sua tia lhe deu um mês para se casar e arrumar uma mãe para dar um jeito nos filhos ou então não iria mais sustentá-los…

Quando tudo parecia perdido, aparece uma senhora em sua casa, horrível como uma bruxa, dentes separados, verrugas, rugas, cabelo despenteado, uma roupa horrível… Ela se apresenta como Nanny McFee e promete ensinar 5 lições aos seus filhos. Com as crianças, ela é breve: “Meu trabalho funciona assim: quando não me quiserem por perto, mas precisarem de mim, aqui eu estarei, mas quando me quiserem por perto, mas não precisarem mais de mim, será a hora de eu ir embora.”

No decorrer da história, ela consegue ensinar (às crianças, e ao pai) as lições que deveria e, a cada lição aprendida, ela se tornava mais bonita, desaparecia uma ruga aqui, uma verruga ali, o nariz foi diminuindo, o cabelo foi se tornando mais brilhoso e bem penteado, o corpo foi ganhando forma… Até que, na última lição apreendida, ela mais se parecia com um anjo. A esta altura, todos na casa estavam felizes e em plena harmonia e então ela se foi.

Confesso que nunca vi uma forma tão literal de mostrar que, quando não estamos bem interiormente, ou estamos infelizes nos relacionamentos que vivemos, vamos aos poucos “enfeiando” nosso exterior e, mesmo utilizando todos os recursos disponíveis (make, roupas etc etc), quem está de fora não consegue enxergar nossa beleza.

Nanny McFee chegou horrenda à vida das pessoas que habitavam aquela casa, e chegou assim porque este era o estado de espírito deles: tristes, sem motivação, sem atenção, sem amor, infelizes… Mas conforme conseguia ensinar-lhes cada lição a qual se propôs, gradualmente foi se embelezando e terminou o filme linda, exatamente como aquelas pessoas se sentiam e se relacionavam.

As lições que ela ensinou?

1º Peça “por favor”

2º Fale “obrigado (a)”

3º Arque com as conseqüências de suas atitudes

4º Ouça o próximo

5º Atenda ao que lhe pedem (ok, este último é diretamente voltado para crianças, mas se adaptarmos o sentido desta frase, podemos aplicar ao nosso dia a dia, certo?)

Para pensar gente: Quando você está sozinho, e se olha no espelho, o que você vê? A bruxa ou o anjo? Uma pessoa que tenta esconder a tristeza, a dor, que lamenta por tudo que está ruim, ou alguém que agradece cada pequena coisa boa que acontece e vai a luta para melhorar o que não lhe agrada?

As pessoas nos vêem, principalmente, pelas janelas de nossos sentimentos e de nossas atitudes. Sejam felizes e vivam relacionamentos que os deixem felizes. Essa é a maior dica de beleza que alguém pode dar.

Não faça o mal, não seja egoísta, não viva relacionamentos infelizes. Isto só destrói o que temos de melhor: amor, educação, alegria, motivação, paciência, sonhos…

Nunca deixe ninguém destruir seus sonhos, mas, na medida do possível, ajude o próximo a destruir seus pesadelos. Como é bom poder ajudar e ver alguém feliz por ter se livrado de algo que a fazia mal, não?

Seja educado e cultive amizades sadias, sempre! Não espere precisar de alguém para isto, a educação é uma das maiores provas de afeto que alguém pode oferecer.

É isto gente… rever nossas atitudes diariamente é um ótimo caminho para nosso amadurecimento.

Eu vou e volto! (Arebaguandí!)

Beijo e Abraço,

Aline 

Hoje

junho 23, 2009

Gente, voltei… Arebaba!!

Escrevo pra vocês (olha, parece que eu tenho uma vasta lista de leitores né? Queridos Leitores!! rsrs) para falar sobre uma palavra: Hoje.

Hoje é uma palavra realmente muito utilizada, e por isso mesmo, muito comum, sem graça até… O passado é muito mais familiar, já vivemos, já sabemos como é, e o futuro… ah, o futuro é um sonho, ali, todo decorado e perfeito.

E o hoje? Ah, hoje é isso aí que está acontecendo…  é o “atualmente” tão escrito em e-mails, apresentações comerciais e reportagen… Tá, eu sei, falar sobre o hoje é bater na mesma tecla, mas vou tentar dar o meu tom ao tema.

Um dia você acorda e simplesmente fala: O que aconteceu? Pensa em tudo que planejou realizar (percebem o passado e futuro ali, lado a lado?) e percebe que perdeu todos os ”hojes” escritos nas entrelinhas…  Momentos em que você quase não estava lá, de tão preocupado com o antes e o depois.

Um dia você acorda mal humorado, um dia atrasado, um dia preocupado.. e assim você segue, quase sem ver as pessoas que ama (pais/ namorados/filhos/amigos), sem demontrar seu amor, sem realizar suas vontades, e pelos mesmos motivos de sempre: Não posso viver o hoje por falta de tempo ou de dinheiro. Mas vou me planejar, para que, no futuro, eu os tenha. E o tempo passa…

Um dia você acorda amargurado, magoado, triste, e só consegue pensar no que aconteceu (passado) e no que você fará (futuro) para amargurar, magoar e entristecer a pessoa que te agrediu, e com isso não sobra tempo e visão para perceber que esta pessoa também pode estar triste, querendo seu perdão. E o tempo passa…

Um dia você acorda  atolado de trabalho, de provas, de afazeres domésticos, e esquece uma data especial, perde aquela festa, aquele almoço na casa dos seus pais/amigos, mas promete que vai se programar para não esquecer mais, ou para ir no próximo evento. E o tempo passa…

E isso se prolonga de uma tal maneira, tão automatizada, que você simplesmente se acostuma a se desculpar por tudo, ao invés de fazer algo para mudar a situação.

Até que finalmente um dia você acorda, e se depara numa cama, doente, impotente. Ou pior, você se depara na frente de uma cama, e vê alguém que você ama ali, doente, e você, impotente. E neste momento você pára, respira, olha em volta, e vive o hoje, perplexo por não conseguir se lembrar e compreender quando as coisas “saíram do eixo” e você não viu nada. E deste dia em diante você vive o hoje, intensamente, mas para se despedir dos seus queridos ou para se despedir de alguém querido.

Nestes momentos percebemos o quanto somos estúpidos por correr tanto todos os dias, sem prestar atenção em nada, por querer controlar a agenda para os próximos dias, meses, anos, e por relembrar tantas vezes tudo que já foi. E sabe por quê? Porque infelizmente, muitas vezes, só conseguimos viver o  hoje plenamente, quando estamos ou alguém muito importante pra nós está partindo.

Queridos, não vivam o hoje somente para se despedir. Aproveitem mais o “seus hojes“, olhem ao redor, abracem sem pressa, tenham tempo para um café e nunca se esqueçam de duas coisas: Perdoar e Amar.

Reflexão-Desabafo.

Eu vou e volto,

Beijo e Abraço

Aline

Casar? Sim! Sim! Sim!

outubro 16, 2008

 

Semana passada fui num casamento de uma amiga. Clima de nostalgia mesmo, sabe? Éramos vizinhos e estávamos todos, atuais e ex-moradores da rua (leia-se DA rua e não DE rua hehehehe). 

 

Me preparei para o casamento. Roupa, sapato pra mim, marido, filha. Tudo como manda o figurino. E chegou a hora. Como eu queria ver a noiva entrando, linda, a música, ouvir a cerimônia… é, mas não deu. Não, não senhor. Eu tenho uma filha pequena, lembrem-se! O que aconteceu quando a marcha nupcial começou? (Uma chance só de acertar!!) Siiiiiiiiiim, ela começou a chorar de medo… Logo, eu, linda, toda roxa no meu vestido beringela tive que sair e ficar com meu marido do lado de fora da igreja, oiê!!! Rsrs

 

Mas tudo bem, deu para ver a preparação da noivinha para entrar com as alianças, testar meu laquê (cabelo intacto até o fim da festa), tirar fotos etc.

 

Brincadeiras à parte, estou escrevendo mais para expressar o que percebi neste dia:

Casar com tudo que se tem direito é importante sim. Que se danem as despesas, os gastos, as dívidas. Fazia tempo que não me emocionava por estar em um lugar, em um momento tão lindo.

A noiva estava linda, o noivo estava lindo, a igreja perfeita, o salão então, sem comentários. Tudo, tudo estava divino. De chorar de emoção. E nada, nada foi mais valioso do que ver o sorriso dos noivos e dos pais deles felizes, realizando um sonho. O amor estava ali conosco, nos recepcionando, e isso não tem preço (já dizia o comercial).

 

Case-se, curta seu momento, não importa o que lhe digam. Tudo valerá a pena. Eu curti 2 horas de festa, era só uma convidada, e já fiquei toda empolgada. Imagine quando o casamento é seu!

 

 A cerimônia, a festa, o bouquet, tudo faz parte de um ritual muito mágico, que não deve ser deixado de lado. É lindo, e é seu momento. Seu e das pessoas que você mais ama: Seu marido/ sua esposa, seus pais/ sogros. E é isso que importa.

 

Eu já decidi. Quero casar, de branco, na igreja, com a pequena de daminha. E seguindo todos os rituais. Ouviu love?

 

Demoro mais volto!

 

Beijo e Abraço,

Aline

O Sofá.

outubro 16, 2008

Sim, o sofá é um item essencial nas nossas vidas. Gente, descobri isto ontem. Meu Deus, como pude ficar meses sem um? Ok, ok, foram 2 meses, mas foram tortuosos.

 

O sofá chegou e minha casa já tem cara de casa! Olha que maravilha, deitei nele ontem e parece que todos os problemas se foram. Nem da dívida dele eu lembrei… hahah

 

O sofá une, aconchega, acomoda, “dá um clima” de sala para a sala, né?

Até a TV ficou mais bonita, imagem mais clara. Impressionante…

 

Só fiquei triste porque achava que meu apartamento era grande (“nooossa que gigante” eu pensava…), mas agora vi que é igual aos outros… ok, tudo bem, de que adianta um lugar gigante se não posso me sentar confortavelmente nele? Rsrs

 

Amigos, aguardem! Open House aí vamos nós!

Beijo e Abraço,

Aline

Meu puxadinho Virtual

outubro 3, 2008

Voltando ao blog!

 

Esta semana tive uma palestra sobre o tão comentado mundo digital, que está se alastrando cada vez mais. É gente!!! Daqui há algum tempinho (no diminutivo mesmo!) quem não estiver na internet (estiver “pessoalmente”, com seu blog, seu perfil, suas idéias, sua fotos, desejos etc) não estará mais no convívio social mínimo exigido para um ser civilizado.

 

Fazendo um paralelo bem fértil (como é comum da minha mente) com “Ensaio sobre a Cegueira”, quem não puder olhar o mundo pelas janelas da internet, estará cego, cego do mundo virtual. Precisará de olhos que possam ver por eles (consultores virtuais??) ?? Terá que correr desesperadamente para se alocar entre os que já estarão alocados e acessados, os que já tem grupos. Que triste não?

 

E vocês, pessoas como eu, profissionais de comunicação, marketing, digital mídia etc, intitulados “os experts” do futuro, que vemos além, que nos vangloriamos por saber qual será o caminho, o que será de nós quando todos os caminhos virtuais já tiverem sido vasculhados, explorados, quando nada for novidade? Qual será o limite das novidades online? Haverá um?

 

Fiquei imaginando quando minha filha tiver lá seus 15/16 anos como será seus relacionamentos com amigos e namorados e cheguei a conclusão de que tudo será muito chato: os namoros serão online, as brigas online, as declarações? Online… As pegações? Como serão as pegações??? E todo o resto?????? Será tudo “super evoluído”, transcedental, ou melhor, virtual!

 

As festas? No second life, no my space. Sensação será debutar no Second Life!!!! Uhú!

 

E aí, depois de toda esta balbúrdia, chegaremos ao dia em que a vida virtual será muito básica. O diferente será ser primitivo. Sim!! Isso será elegante, chique, quem for convidado para ir pessoalmente à casa de alguém será Mega, Ultra, Super, Hiper VIP!

 

Imagine no Fantástico Online:

Agora falamos com a consultora virtual de moda Glória Kbyte:

“Gente, quer dar um jantar e ser lembrada como a pessoa mais elegante da alta sociedade por todos para sempre? Dê um jantar na sua casa, na sua casa física, com pessoas reais. Isso é Tres chic!”

 

Sei lá, já me rendi há um bom tempo ao tal mundo virtual, mas o blog foi o clímax de tudo isso, ainda estou me acostumando, gosto daqui, da minha “casinha online”, mas acho que aqui vai ser sempre meu “puxadinho”… hihihi

 

Aliás, voltando ao tema que ainda não foi, porque é o tema do momento, para quem começou a ler ‘Ensaio Sobre a Cegueira’, sugiro parar de ler três páginas antes do fim, é bem mais emocionante…

 

 

É isso, já volto!

 

 

 

 

 

Bjo e abraço!

Tinaline


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